Hospitais superlotam e Governo decide fechar de novo comércio, bares, restaurantes e punir festeiros

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Devido à superlotação de hospitais públicos e privados de Manaus e do Estado, o comitê de enfrentamento à Covid-19 do Amazonas decidiu e o governador Wilson Lima (PSC) anunciou hoje que, logo após o Natal, no dia 26 de dezembro, até o dia 10 de janeiro, serão adotadas novamente medidas restritivas que incluem o fechamento de todo comércio não essencial – incluindo bares, restaurantes e shopping centers, que passarão a funcionar apenas em sistema de drive-thru ou delivery – e a repressão mais rigorosa às chamadas festas clandestinas, incluindo a apreensão de equipamentos de som, instrumentos e bebidas.

“Tudo isso que estamos fazendo é para preservar vidas e para que o nosso sistema de saúde não entre em colapso”, disse o governador. Segundo ele, o trabalho de conscientização e educação que vinha sendo realizado não deu o resultado esperado.

O blog publicará em outra postagem os dados que levaram o Governo a convocar o comitê e tomar estas medidas.

Os estabelecimentos fechados só poderão funcionar até as 21h. Eventos, casamentos, formaturas e reuniões comemorativas também serão proibidos. Os espaços públicos, como teatros, museus e secretarias também estarão fechados no período.

Feiras e mercados terão horários específicos, que ainda serão anunciados. Padarias, supermercados, farmácias, açougues e vendas de água e gás podem funcionar normalmente em horário comercial.

Transporte intermunicipal está mantido, mas com mais fiscalização reforçada para verificar a lotação máxima de barcos e ônibus.

Os hotéis continuarão funcionando, mas seus restaurantes só poderão atender aos hóspedes.

As igrejas poderão funcionar com apenas 30% de sua capacidade total.

A Indústria vai funcionar normalmente.

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