Haroldo Furtado, que partiu aos 73, foi secretário de Comunicação de Amazonino e Gilberto

O jornalista Haroldo Furtado, que morreu ontem aos 73 anos na Fundação Centro de Controle da Oncologia do Amazonas (FCecon), foi secretário de Comunicação dos governos de Amazonino Mendes (União Brasil) e do lendário Gilberto Mestrinho. Deste último foi assessor até sua morte, em 2009. Muito querido pelos colegas, o profissional tratava um câncer. Ele também foi diretor de Comunicação da Câmara Municipal de Manaus em duas ocasiões e era dono do jornal Extra, um tabloide que circulava principalmente na zona Leste da capital.

“Estou em oração pela família e amigos do jornalista Haroldo, que muito contribuiu com o jornalismo local”, declarou o prefeito David Almeida (Avante). “Perdemos uma pessoa muito querida. Que Deus, em sua infinita bondade, receba o Haroldo e seja o alento de seus familiares e amigos”, disse o vice-prefeito Marcos Rotta (sem partido), que também é comunicador..

O governador do Amazonas, Wilson Lima, também jornalista, divulgou nota de pesar dizendo que Haroldo “dedicou sua vida ao jornalismo e teve sua trajetória marcada no serviço público”. Atualmente o profissional era servidor da Secretaria Executiva de Trabalho e Empreendedorismo (Setemp), “onde era respeitado e querido pelos companheiros de trabalho”, frisou o chefe do Estado.

O ex-governador Amazonino Mendes também manifestou condolências, assim como o presidente da Câmara Municipal de Manaus, David Reis (Avante).

Vários jornalistas se manifestaram nas redes sociais, lamentando a passagem do profissional, considerado por todos uma pessoas educada, gentil e colaborativa.

Ele deixa a esposa, dois filhos e netos. Seu corpo foi sepultado nesta sexta-feira em Manaus.

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