Governos já transferiram 526 pacientes para tratamento em outros Estados

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on email
Share on print

Até o momento, 526 pacientes já foram removidos para tratamento em outros estados brasileiros, sendo 518 diagnosticados com Covid-19. Destes, 169 já retornaram curados. Na capital, a situação do oxigênio está próxima de ser regularizada, segundo o Ministério da Saúde. Já foram instaladas 22 usinas e miniusinas nas unidades de saúde de Manaus e do interior, reduzindo a dependência externa do produto e possibilitando a abertura de mais 183 leitos. A meta do Ministério da Saúde é chegar a 69 equipamentos instalados.

Operações coordenadas foram realizadas para o transporte de oxigênio até a capital amazonense, com remessas chegando pelos modais fluvial, terrestre e aéreo. No último sábado (06/02), uma carga de 90 mil metros cúbicos da empresa White Martins chegou a Manaus de balsa, saindo de Belém (PA). A operação de reabastecimento na capital paraense segue nos próximos dias.

Dos 183 leitos abertos exclusivamente para o tratamento de Covid-19 em Manaus, 103 estão no Hospital Nilton Lins, sendo 81 clínicos e 22 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na enfermaria de campanha do Hospital Delphina Aziz, são mais 57 leitos clínicos. Até esta terça-feira (09/02), 23 novos leitos de UTIs serão abertos no Hospital e Pronto-Socorro Platão Araújo.

As medidas para reorganização do sistema de saúde do Amazonas foram discutidas e deflagradas a partir do comitê de crise instalado pelo Ministério da Saúde em Manaus, no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC). Para a abertura de leitos clínicos e de UTI, a pasta atuou tanto na questão de recursos humanos, como na aquisição de insumos, medicamentos, equipamentos médicos e na garantia e oxigênio suficiente para suportar o consumo. Essas ações resultaram na redução do número de pacientes que aguardam por leitos, fila que chegou a ter 568 pessoas. No último domingo (07/02) 497 aguardavam atendimento, já com tendência de redução contínua.

Qual Sua Opinião? Comente:

Deixe uma resposta