Givancir se esconde, mas comanda paralização de parte da frota. Sinetran diz que não há motivos

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Depois da péssima repercussão de sua reaparição como presidente do Sindicato dos Rodoviários, mesmo acusado de homicídio em Iranduba, o sindicalista Givancir Oliveira recuou dos holofotes, mas mantém o comando da categoria e a prática de parar o sistema de transporte coletivo diante de qualquer situação que aflija a categoria, rompendo negociações. Ele pretendia parar toda a frota hoje, mas o Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT11) determinou a circulação de, no mínimo, 70% dos ônibus. Apenas 30% permaneceram nas garagens até por volta das 9h de hoje, quando houve a normalização.

A decisão da presidente do TRT11, desembargadora Ormy da Conceição Dias Bentes, atendeu a recurso apresentado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), contra a paralisação.  Ela também proibiu qualquer tipo de violação à livre circulação dos ônibus nas garagens das empresas e terminais de ônibus.
Givancir colocou na frente da ação o presidente em exercício do Sindicato dos Rodoviários, Josenildo Oliveira, e o secretário geral, Elcio Campos Rego. Ele alegam que não receberam a segunda parcela do13º salário e o adiantamento salarial.
O Sinetram informa que não foi previamente notificado de greve no dia de hoje na cidade de Manaus e tomará medidas judiciais cabíveis em face do Sindicato dos Rodoviários, pois não há nenhuma verba em atraso.

A paralisação ocorreu na manhã desta segunda-feira (21/12), das 04h às 08h, operando 70% da frota. Estima-se que 137,4 mil passageiros foram afetados.

O Sinetram destaca que a operação já se encontra normalizada e está mantendo diálogo com o Sindicato dos Rodoviários para que os serviços de transporte coletivo sejam mantidos para a população.

 

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