Fakenews: o diabo é o pai, mequetrefe o padrasto e o congresso, o fiador!

Finalmente a América se rendeu “ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver”, nessas memórias póstumas.

Machado de Assis é gênio também com Brás Cubas, Dom Casmurro, Quincas Borbas, etc… Não esquecendo dos não menos geniais Graciliano Ramos, Cora Coralina, Nelson Rodrigues, Tiago de Melo, Lygia, Clarice, Paulo Coelho, Mário Quintana, Érico Veríssimo, Jorge Amado, Chico, Milton Hatoum, Adélia, Márcio Souza, Drummond, Suassuna, Conceição Evaristo, Cruz e Souza, Itamar Vieira Júnior com seu Torto Arado.

Depois de fazer esse registro necessário, para celebrar a literatura brasileira como uma das mais importantes do mundo, vamos para os nossos desesperos também contemporâneos.

Nosso estimadinho também genial, o italiano Umberto Eco, já tinha alertado: “as redes sociais deram voz a uma legião de imbecis”, poucos ouviram.

A verdade vos libertará!

Agora, em nome de Deus, um esgoto a céu aberto foi descoberto e restaurado pelo curador Arthur Lira. O congresso brasileiro libera e aprova o direito de mentir deixado por Bolsonaro com as fake news.

Derrubando todos os vetos de Lula e fazendo um afago ao Inelegível, o congresso “Deus, pátria, família é assim, sob a liderança do centrão e da extrema-direita bolsonarista.

Com o lixo extremista untado de verniz patriota, nessa lógica cartesiana, mentir não é mais pecado. A bancada evangélica, “o povo de Deus”, votou em peso numa cumplicidade gospel e episcopal.

Está mais do que comprovado: o diabo é o pai da mentira. Na verdade, o diabo é o pai da bancada evangélica!

Essa turma flerta com o fundamentalismo. Só pra pontuar, o fundamentalista religioso é aquele famoso fiscal de bunda e porteiro do paraíso.

Liberal na economia e conservador nos costumes.
Entreguista como Tabata Amaral, a irmã siamesa de Eduardo Leite e Luciano Huck, que votou e está sempre ao lado da bancada das trevas. Surpresa zero.

Falando nisso, na rinha de bolsonaristas, entre Luana Piovani e Neymar, torço pela rinha, embora tenho que pontuar, chama-lá de “louca, velha e mal comida” é a reafirmação dos estigmas mais violentos do machismo. Diz tudo sobre o caráter bolsonarista cruel que Neymar carrega.

Como a Copa América já vai começar, a melhor notícia que temos dela é: não teremos o cai-cai do Neymar bolsonarista jogando, além disso, ele está inelegível para a Bola de Ouro da FIFA, também!

Viny Jr. esse, sim, é ídolo e nos representa!
Ney, só o Matogrosso. Neymar nem pensar, se enrolou, foi demais. Quer invadir nossa praia!

Pela causa, pela luta, pela natureza feminina, concordo com a Luana. Neymar é: “péssimo pai, péssimo homem, péssimo cidadão”.

Tenho que confessar, o Cai-cai me faz ser Luana desde “Suave Veneno”, quando ela fazia o papel de Maria Eduarda, filha caçula do saudoso José Wilker com Irene Ravache na trama.

Que situação, Maria Eduarda!

Como a quinta série nunca me abandonou e está sempre se reciclando, eu, Louis, Ana Maria, Dudu, Cauã, Benjamim, Augusto, Rafael, João, Cadu e Luana Piovani, às vezes enxergamos coisas, mas meu advogado não permite comentar, mesmo depois da rasteira do Lira, onde ficou tudo liberado em nome da nossa liberdade.

Liberdade mesmo é quando a gente descobre quais são as nossas prisões, Rosa Luxemburgo, sim, entendia do riscado.

Fazendo ponderações sobre o estado colonial de Israel, Luiz Olavo de Carvalho Pondé, o filósofo do senso comum, confunde antisemitismo com antissionismo, não aprendeu a ponderar direito. O intelectual de Taubaté é na verdade, o estepe do Olavo de Carvalho. Como diz o queridíssimo, petralha, bolivariano gayzista Rem Bodinho: Luiz Pondé está para filosofia, assim como Moro está para o Direito. Ninguém sabe como conseguiram o diploma!

Karnal e Cortella, também seguem a mesma linha intelectual. Calados são filósofos da melhor qualidade.

Sou mais o eco do Umberto do que as ponderações desse filósofo Shopee, amplificado pela mídia corporativa. Suas ponderações sobre a Palestina mostra quanto é rasa a sua percepção de mundo.

Defendo um mundo menos cuzão, sem Cortella, Pondé e Karnal, sem efeitos climáticos catastróficos, com a Palestina livre e os fascistas da extrema direita enquadrados no fosso da terra plana.

Fotografias recortadas nas colunas de jornais, Gil, Carlos Aguiar e Aquiles Barros, eram sensacionais. Estilos refinados e únicos, com o simplesmente Gil, sempre inconfundível.

Viva Claudia Sheinbaum. Viva o México!

*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco.