Ex-comandante do CMA, general Miotto morre, aos 65, vítima da Covid-19

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Depois de um alarme falso ontem, foi confirmada hoje a morte do ex-comandante militar da Amazônia, general de Exército Antonio Miotto, que estava aposentado, vítima da Covid-19, no Hospital da Aeronáutica de Canoas (HACO), aonde estava internado desde o início de dezembro, depois de haver sido transferido do Hospital Militar de Área de Porto Alegre (HMAPA). Ele tinha 65 anos e é cidadão amazonense, título concedido pela Assembleia Legislativa do Estado.

Inicialmente, em 31 de julho de 2008 foi promovido ao posto de General-de-Brigada Combatente, sendo designado Comandante da 8.ª Brigada de Infantaria Motorizada, até que em 19 de março de 2010 foi exonerado para exercer o cargo de Assistente Militar do Comando da Escola Superior de Guerra.

Em 22 de setembro de 2010 foi nomeado para exercer o cargo de Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste, ficando exonerado do cargo de Assistente Militar do Comando da Escola Superior de Guerra.

Já no dia 22 de março de 2012 foi promovido ao cargo de General-de-Divisão Combatente.  Em 23 de novembro de 2012 foi nomeado Comandante da 3ª Divisão de Exército, ficando exonerado do cargo de Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste.

Dois anos depois, em 24 de novembro de 2014, foi nomeado para exercer o cargo de Diretor de Ensino da Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa, ficando exonerado do cargo de Comandante da 3ª Divisão de Exército.

Em 14 de abril de 2015 foi nomeado para o cargo de Secretário-Executivo do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, ficando exonerado do cargo de Diretor de Ensino da Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa.

Em 16 de outubro de 2015 foi nomeado para exercer o cargo de Vice-Chefe do Departamento-Geral do Pessoal, ficando exonerado do cargo de Secretário-Executivo do GSI.

Chegou ao ápice de sua carreira quando foi promovido ao posto de General de exército em 31 de março de 2016. Também nessa data foi nomeado para exercer o cargo de Comandante Militar da Amazônia, ficando exonerado do cargo de Vice-Chefe do Departamento-Geral do Pessoal. Nesse período, recebeu o título de Cidadão do Amazonas, concedido pela Assembleia Legislativa do Amazonas. Esteve à frente da segurança de Manaus durante os Jogos Olímpicos do mesmo ano.

Em 21 de março 2018 foi nomeado para exercer o cargo de Comandante Militar do Sul, ficando exonerado do cargo de Comandante Militar da Amazônia e substituindo o antigo comandante, general Edson Leal Pujol. Ocupa tal cargo atualmente.

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