Empresários denunciam ação de “sacoleiros” que estão promovendo concorrência desleal em Manaus

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Os empresários do comércio de Manaus estão pedindo à Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz) e do município e à Receita Federal que intensifiquem as fiscalizações da internação de mercadorias, especialmente no aeroporto internacional Eduardo Gomes, por causa da ação de “sacoleiros” que estariam inundando a cidade com mercadorias contrabandeadas, vendidas a preços módicos principalmente em redes sociais e aplicativos de compra e venda. Trata-se, segundo eles, de uma concorrência desleal que está fechando lojas legalmente estabelecidas.

Segundo o empresário Djalma Castelo Branco, presidente da Associação dos Importadores da Zona Franca de Manaus, a prática de venda das mercadorias contrabandeadas tem se intensificado nos últimos meses. “Há uma enorme facilidade de venda desse contrabando hoje, por causa da internet. Eu mesmo constatei no aeroporto o movimento fora do comum de enormes volumes que chegam em vôos comerciais. Esse povo não paga um centavo de imposto e prejudica o comerciante legalmente estabelecido”, diz ele.

Na última terça-feira (15) fiscais da Secretaria de Fazenda chegaram a encher um caminhão baú com mercadoria apreendida sem nota fiscal, que chegou em vôos comerciais.

“O comércio formal corre sério risco. Estou mobilizando colegas empresários para irmos à Sefaz, à Semef e à Receita pedir providências. Perde todo mundo com esse contrabando: os legalmente estabelecidos, a União, o Estado, o município e o contribuinte, que tem menos recursos para o desenvolvimento de políticas públicas”, disse ele.

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