Eduardo diz que atração de novas indústrias é fundamental

O senador e candidato à reeleição, Eduardo Braga (MDB), defendeu na noite desta terça-feira, 27, a necessidade de atrair novas indústrias como estratégia para combater o desemprego no Estado. Durante reunião com moradores da comunidade Santa Luzia, no bairro Raiz, Zona Sul, Eduardo afirmou que é preciso fazer mais pela Zona Franca de Manaus (ZFM), além da prorrogação até 2073. Ele aponta como alternativa a implementação de produção local de itens comercializados no Brasil, mas que são fabricados no exterior gerando empregos no país de origem. “O desemprego é o maior problema de Manaus, do Amazonas e do Brasil. Conseguimos a prorrogação da Zona Franca de Manaus, garantindo empregos por mais 50 anos, mas é preciso criar novas alternativas. Com planejamento e políticas públicas podemos avançar. Um exemplo são as lâmpadas LED consumidas aqui e que não são fabricamos no Brasil. Compramos da China, gerando empregos lá. Se tivéssemos uma fábrica na Zona Franca estaríamos gerando empregos para quem está desempregado em Manaus” disse.

Ele citou como outro exemplo o crescimento do uso de painéis solares em todo o país. “A energia solar está crescendo no Brasil, mas os painéis solares comprados aqui também são fabricados na China, gerando empregos naquele país. E podemos produzi-los na Zona Franca gerando emprego e renda para a população. Por isso prorrogamos a Zona Franca para ter o direito de trazer esse tipo de indústria e gerar alternativas de emprego para a população”, afirmou.

Segundo Braga, o Amazonas chegou a registar mais de 130 mil empregos com o incremento de produtos novos, à época, no Polo Industrial de Manaus, tais como o televisor digital, smartphone e tablet. “Fizemos isso trazendo novas empresas e agora precisamos fazer novamente. O cenário muda e precisamos acompanhar esse ritmo. Há novos produtos sendo consumidos em todo o país, mas que são fabricamos no exterior e podemos produzi-los aqui. Atraindo e criando novas indústrias, geramos novos empregos”, afirmou Braga.

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