Surpreendentemente veio da bancada de apoio ao governador José Melo o golpe que deve definir o início da derrocada da CPI da Farra dos Combustíveis na Assembleia Legislativa. Os deputados Sabá Reis (PR), líder do governo, e Ricardo Nicolau (PSD), ouvidor da Casa, retiraram suas assinaturas do pedido de abertura das investigações, mas ainda restam nove, suficientes para a instalação.
Autor do requerimento de abertura da CPI, o deputado José Ricardo Weddling (PT) vem subindo o tom em relação ao assunto e já diz que irá novamente à Justiça. Para ele, o presidente da Assembleia, deputado David Almeida (PSD), descumpriu o que prometeu e está usando de subterfúgios para postergar ou não implantar a CPI na Casa.
Há informações de que mais deputados devem retirar assinaturas, inviabilizando de vez a CPI. São necessárias no mínimo oito para manter o requerimento em pé. Ainda respaldam a instalação os deputados Luiz Castro (Rede), Sinésio Campos (PT), os peemedebistas Wanderley Dallas, Vicente Lopes e Alessandra Campêlo, Serafim Corrêa (PSB), Dermilson Chagas (PEN) e Adjuto Afonso (PDT), fora o autor.
A CPI quer investigar se as empresas de ônibus consumiam ou não o total de combustível que compravam com o então incentivo fiscal do Governo do Estado, podendo estar vendendo o excedente para o “mercado clandestino”, ou se houve possível redução da frota de ônibus, uma vez que existem documentos divergentes em relação à quantidade de coletivos que circulam na cidade.
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