Distanciamento, máscara e vacina são as armas que Manaus usou para melhorar, diz David

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on email
Share on print

O distanciamento social, a vacina e o uso de máscaras contribuíram para diminuir a proliferação do novo coronavírus na capital, de acordo com o prefeito de Manaus, David Almeida, em entrevista à BBC de Londres, na tarde desta quinta-feira, 11/3. “Distanciamento social, vacina e máscara contribuíram para a diminuição da propagação do vírus, e inclusive em relação ao número de óbitos, em Manaus”, afirmou o chefe do Executivo municipal, que reafirmou a defesa pelo distanciamento social como estratégia de combate à Covid-19.

Em um panorama geral da situação da pandemia em Manaus, o prefeito David explicou que “a situação está bem mais controlada”.

“Temos os menores índices de contágio no Brasil, conseguimos por meio do distanciamento social e dos decretos restritivos de circulação, que o vírus esteja sendo controlado. Mas é preciso mais empenho da população em seguir as orientações, enquanto temos poucas vacinas disponíveis”, comentou o gestor.

Manaus acaba de ampliar a vacinação dos grupos de 60 a 64 anos, com doses suficientes para imunizar 90% dessa população, um marco para a capital que já cumpriu a meta com trabalhadores de saúde e idosos acima dos 80 anos, e está caminhando para que novas metas sejam alcançadas.

“Hoje o único Estado que apresenta queda na quantidade de mortos é o Amazonas. Nós temos em Manaus 9% da população vacinada, e ainda estamos com medidas que restringem a circulação para não haver a propagação do vírus”, destacou David.

Questionado a respeito da reabertura gradual do comércio promovida pelo governo do Amazonas, o prefeito reconheceu a necessidade de retorno gradual do movimento econômico, porém, pede que a população se proteja de exposições desnecessárias.

“Nós passamos 60 dias com os serviços não essenciais fechados, contivemos o avanço do vírus, e neste momento o Estado está abrandando as restrições, e eu creio que esse novo decreto que flexibilizou, é necessário, principalmente aos comerciantes, e à nossa economia local, mas ainda assim temos que nos proteger e prevenir, para que não venha uma terceira onda”, observou David.

Há de se destacar que as atividades presenciais nas escolas da rede municipal, seguem suspensas, com os estudantes participando de aulas remotas.

David ainda comentou sobre os estudos que os institutos de pesquisa têm realizado com a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, a respeito das novas mutações do novo coronavírus e sua comprovação de eficácia.

“Com relação à nova variante, é muito mais forte, pois as pessoas passam mais tempo internadas e não há rotatividade de leitos, causando assim o colapso no atendimento do serviço público de saúde, e inclusive, quero destacar que nenhum dos hospitais que vocês viram em colapso, são municipais. Entretanto, a eficácia da CoronaVac nas três novas variantes, é uma boa notícia e nos traz a convicção de que vamos sair dessa pandemia”, disse o prefeito de Manaus.

Ele agradeceu a oportunidade de poder falar para tantas pessoas, e comentou que “vivemos o pior momento da história da nossa cidade, superamos, e esperamos nunca mais vivê-lo”, concluiu David.

Qual Sua Opinião? Comente:

Este post tem um comentário

  1. Martha Hirsch Aulete

    Eis aí a pura e profunda realidade sociológica e filosófica: Com a “Copa das Copas®” do
    PT®, em vez de se construir hospitais, construiu-se prédios inúteis!
    A Copa das Copas®, do PT© e de lula©. Sempre se utiliza de propaganda, narrativas e publicidades sofisticadas e bem feitas para enganar e praticar lavagem-cerebral nos meios de comunicação. Não se desenvolve a imaginação.

    PT tem de ser retirado da mentalidade brasileira a fórceps e jogado no mato.

    O pessoal de nossas escolas precisa de Machado de Assis. Villa-Lobos. Drummond. Kafka. Graça Aranha, Aluísio de Azevedo, do Maranhão.

    O que precisamos de mais no Brasil é de escolas. E das boas; de qualidade.
    As escolas EaD, à distância (atual, devido a pandemia) são péssimas.
    Não se aprende bem. O que mais o Brasil precisa na real e atualmente é de alta literatura. Alta cultura. Mas escolas sobretudo. Não de Fachin.

Deixe uma resposta