Delegado, vice de Menezes, desconfia de prisão efetuada por Alberto Neto e diz que não há registro

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O confronto entre candidatos de direita vai longe nessa campanha eleitoral em Manaus, O delegado de Polícia Civil, Rafael da Costa e Silva, candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo Coronel Menezes (Patriota), foi até duas unidades policiais para confirmar a veracidade da ação do concorrente Capitão Alberto Neto (Republicanos), que divulgou ter prendido um assaltante no momento em que agia em um ônibus. Segundo Costa e Silva, a ocorrência não foi apresentada em nenhuma Delegacia.

Segundo a assessoria do Capitão (que na verdade é major) divulgou, ele estava cumprindo a sua agenda e se deparou com uma situação de assalto dentro de um ônibus, quando interviu para impedir o assalto.

Costa e Silv  foi pessoalmente no 11° DIP do bairro Coroado, e no 14° DIP do bairro Tancredo Neves, delegacias da área de onde teria ocorrido o crime e disse ter constatado que não houve apresentação de ocorrência nessas unidades e em nenhuma outra até às 13hs. “Não há boletim de ocorrência nem procedimento policial sobre essa tentativa de roubo”, disse ele.

“Esse tipo de conduta pode ser caracterizada como infração eleitoral, porque os candidatos precisam se desincompatibilizar de suas funções para concorrer ao cargo eleitoral, e a polícia não pode ser usada como trampolim marketeiro para favorecer um candidato”, acrescentou.

Costa e Silva disse ainda que colheu o depoimento de pessoas que presenciaram a ocorrência. Estas teriam dito que  Alberto Neto passou com sua equipe pelo local, viu a situação e decidiu parar e tirar fotos. “Chamou muito a atenção da população manauara o fotógrafo estar ali em posição perfeita no momento da abordagem. Pareceu muito uma encenação para conseguir subir mas pesquisas e ganhar o voto do eleitor”, diz o delegado.

“A população manauara não pode ficar a mercê de um mundo imaginário das redes sociais, onde a realidade é bem diferente da fantasia. Não podemos admitir novos nomes com velhas práticas. O povo não pode ser levado ao erro e ser enganado”, concluiu.

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