Atualização: CPI da Saúde é instalada na ALEAM e vai investigar até governos anteriores

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Com a assinatura, hoje, do deputado Felipe Souza (Patriotas), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) proposta pelo deputado Delegado Péricles (PSL) foi instalada. A princípio, a ideia seria investigar apenas o período da pandemia, mas por sugestão dos deputados governistas, a investigação se estenderá até 2011, abrangendo os governos do atual senador Omar Aziz (PSD), José Melo (PROS), David Almeida (Avante) e Amazonino Mendes (Podemos).

São membros da CPI os deputados Delegado Péricles (Presidente), Fausto Júnior (Relator), Saulo Vianna (Membro), Felipe Souza (Membro), Wilker Barreto (Membro). Suplentes são os deputados Serafim Côrrea, Joana Darc (PL) e Carlinhos Bessa (PV). O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Josué Neto (PRTB) destacou que o colegiado tem um prazo de 120 dias e se destina a apuração de fato determinado que é a suspeita de malversação de recursos públicos da saúde. “Para a instalação, a presidência deve se limitar a apreciar requisitos formais previstos na Constituição. Com o efeito entendo que a CPI atende os requisitos formais. Acolho e defiro o requerimento da CPI da COVID-19 e da Saúde do Estado do Amazonas”, disse o parlamentar.

Seriam necessárias oito assinaturas para a instalar a CPI. Até ontem havia sete. Além do autor, os deputados Serafim Corrêa (PSB), Josué Neto (PRTB), Sinésio Campos (PT), Wilker Barreto (Podemos), Dermilson Chagas (Podemos) e Fausto Junior (PRTB) já haviam apoiado a instalação. Com a assinatura de Souza, chegou-se ao número mínimo.

O blog apurou que os deputados governistas Joana Darc (PL) e Cabo Maciel (PL) sugeriram que a investigação fosse estendida ao período apontado na Operação Maus Caminhos, da Polícia Federal, como sendo o início de operação dos principais envolvidos no esquema de desvio de verbas federais da Saúde – o ano de 2011. O autor da proposta concordou e a oitava assinatura veio justamente do bloco de apoio ao Governo.

A instalação agora fica a cargo da Mesa Diretora.

Na atual legislatura, a Assembleia Legislativa já instalou uma CPI, a dos combustíveis, que não chegou a ter resultados aprovados pela população nem consequências para a chamada “máfia da gasolina”.

ATUALIZADA ÀS 18h30

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