Contrato para reforma do Sambódromo é extinto por decurso de prazo

A obra de reforma e serviços emergenciais do Centro Cultural Gilberto Mestrinho, conhecido popularmente como Sambódromo (Dom Pedro, zona Oeste), que deveria ter sido concluída em fevereiro, teve o contrato extinto por decurso de prazo, conforme consta no Sistema Integrado de Controle e Gestão de Obras Públicas (Sicop), do Governo do Estado. Apesar disso, a empresa contratada, a H.B Engenharia Ltda., recebeu R$ 787.214 do R$1,26 milhão programado.

O contrato 00001/2018 está sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra). A vigência ia de 10 de janeiro a 9 de fevereiro de 2018 e está há quase sete meses atrasada.

O Sicop traz uma série de fotos da execução da obra, a última delas postada no dia 8 de fevereiro. Elas mostram serviços diversos, como troca de alambrado, troca de fiação elétrica e cabos, verificação de refletores, manutenção de caixas de passagem, entre outros.

A última reforma no Sambódromo ocorreu em 2014, segundo dados do Sicop. O Mapa de Obras mostra que, na ocasião, foram realizados serviços de recuperação e manutenção na estrutura. O combo custou R$ 205.980, quase cinco vezes menos que o contrato atual, e preparou o local para receber o Carnaval daquele ano.

O Sambódromo de Manaus é um local onde ocorrem, anualmente, diversos eventos de grande porte, como festivais e o desfile das escolas de samba da capital. Inaugurado oficialmente em 1994, já foi palco de shows de artistas nacionais e internacionais. O espaço tem capacidade para 100 mil pessoas. Atualmente, o espaço é administrado pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC).

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