Conselho de Educação de Manaus suspende resolução que introduzia ensino sobre gênero nas escolas

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on email
Share on print
O Conselho Municipal de Educação de Manaus suspendeu temporariamente a resolução n 091/CME/2020, que visava estabelecer a educação para as relações étnico-raciais, diversidade sexual e gênero, bem como diversidade religiosa, no sistema municipal de ensino de Manaus. A suspensão foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM) do dia 16 de março.

De acordo com a nova resolução do CME, foi dado um prazo de 90 dias para um amplo debate sobre o tema, envolvendo os órgãos do sistema Municipal de Ensino, órgãos de controle externo, Poder Legislativo e segmentos afetos à matéria. O Conselho vai constituir uma comissão transitória para organizar estudos e realizar audiência pública, podendo ser por meio de ferramentas de Tecnologia de Informação e de Comunicação.
O vereador evangélico Raiff Matos (DC), que tem sido a voz mais radical na Câmara de Manaus em relação à pauta de costumes, quer ir além. Ele articula a suspensão definitiva da Resolução 091 desde a data de sua publicação, no dia 13 de janeiro. R
Raiff apresentou logo após a publicação um pedido de informações e no dia 5 de fevereiro um pedido pela suspensão. Ele também conversou com o secretário Municipal de Educação, Pauderney Avelino, e com o próprio prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), que é adventista.
O principal argumento do vereador é que a resolução indicava a inclusão desses temas sem a devida preparação dos profissionais que irão executá-las e sem o devido estudo técnico necessário para evitar que a iniciativa gere efeito diferente do esperado. “Quero parabenizar o bom senso do prefeito David Almeida, do secretário Pauderney Avelino e os conselheiros de educação pela decisão, atendendo a nossa solicitação que foi subscrita por outros colegas parlamentares”, disse.
O vereador Raiff Matos também questiona sobre a necessária consulta às famílias para a inclusão dessa temática.  “A comunidade não pode ficar de fora no debate sobre a inclusão ou não desse tema. Os pais precisam ter direito de opinar sobre a formação de seus filhos. De que forma isso será passado?”, afirmou o vereador.

Qual Sua Opinião? Comente:

Este post tem 6 comentários

  1. Claudio

    Parabens veriador Raif Matos. Istó mesmo, não quero meu filho aprendendo o que não está biblia!…simplesmente pq é vontade humana!

  2. Jean do Nascimento Dias

    Sou contra porque esse tipo e de competência dos pais da família, a escola deve concentrar seus esforços na alfabetização da criança, no ensino português, leitura e começo da interpretação de texto, da matemática, de ciências, de história do Brasil e do Amazonas, Geografia. E no fundamental 2 já com crianças acima de 10 anos já deveríamos introduzidos no estudo de física, química e Biologia. Isso é de competência das escolas e pra isso qua mandamos nossos filhos pra lá.
    Não para que um estranho venha falar sobre educação de Gênero pra uma criança partir de 4 anos, (porque a partir da idade as crianças começa a frequentar o ciclo que é o pré-escolar e essa área de competência do município).
    imagina só uma criança de 4 anos entrando no primeiro ciclo e aprendendo que o pai dele chama ele de menino ou de menina dependendo se ele nasceu homem ou se nasceu mulher e aí na escola ele aprende não você não é menino nem a menina você está livre para escolher o que é de alguém com 4 anos de idade sabe escolher alguma coisa isso não é induzir as crianças aí para um caminho que futuramente eles vão se arrepender preserve a inocência das nossas crianças. se uma criança de 10 a 14 anos o que são os do fundamental 2 já não deveriam ter esse tipo de ensino na escola porque nessa idade por lei praticar sexo com crianças abaixo de 14 anos é estupro mesmo que seja consentido a lei entende que essas crianças devem ser preservadas porque enfiar na cabeça dessas crianças a educação de gênero deixa elas crescerem brincarem estudar depois de adulto pode fazer o que quiser antigamente era assim ninguém morria por isso. Em minha família somos cinco irmãos e dois são são homossexuais e nem por isso deixaram de serem amados por nós.
    um descobriu que era essa opção dele com 17 anos o outro pouco mais novo 16 mas eles tem suas profissões se sustentam e ninguém tem nada a ver com a vida pessoal deles, são cidadãos pessoas de bem honestos, trablhadores tenho orgulho deles.

  3. Pedro

    Eu apoio esse trabalho ! As escolas não tem preparo algum para tratar deste assunto.
    Nenhuma decisão deve ser tomada com a ausência das famílias para opinar .
    Estou com você Raiff #Força

  4. Roosevelt Lima

    Deus fez o homem pra ser HOMEM e a mulher pra ser MULHER ninguém precisa ensinar mais nada sobre isso. A orientação sexual é dever dos pais e é com os pais que os filhos devem tirar suas dúvidas. Não gostaria de terminar meus dias vendo a minha cidade se transformar em Sodoma e Gomorra. Parabéns Raiff, faça a diferença Deus é contigo, seja “FORTE E CORAJOSO” para combater o bom combate.

  5. Edson Batista Cavalcante

    Essa infeliz que está fazendo essa defesa desse nefasto tema criado pela esquerda para destruir a família e sociedade como conhecemos e montar padrões sociais semelhante aos que aconteciam em Sodomia e Gomorra.
    Normalmente são pessoas com desvios de personalidade e de caráter e que quer se vingar de sua incompetência de lidar com sigo mesma.
    Ainda chama isso de retrocesso.
    Esses esquerdopatas acham que estão melhorando o mundo. Na realidade a perversão sexual é o maior desejo dessas pessoas.

  6. Karla Gomes Leite

    Estamos apoiando seu trabalho Vereador Raiff! Querem corromper nossas crianças! Querem falar a voz.dos conservadores… Seja forte e corajoso! Deus é conosco!

Deixe uma resposta