Candidatos a vereador em Manaus se desesperam na reta final, com a falta de recursos

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Há neste momento uma correria grande entre os candidatos a vereador, a grande maioria dos quais acusa as legendas de não cumprir o que foi acordado no início da campanha e deixar de repassar recursos para que eles fechem a campanha. Como existe uma tradição de definição do voto para os cargos proporcionais nos últimos dias, agora seria a hora de captar os sufrágios necessários para a vitória. Isso não está sendo possível na maioria dos casos.

Especialistas ouvidos hoje pelo blog indicam que o quociente eleitoral pode desabar por causa dessa dificuldade dos candidatos. Hoje a previsão é de que o número mínimo para o partido eleger o primeiro vereador seria de 27 ou 28 mil votos, mas a abstenção que pode ocorrer não apenas por causa da pandemia, como também em função da dificuldade dos candidatos de chegar aos eleitores pode derrubar esse número para algo em torno de 20 mil votos.

Na última eleição a vereadora menos votada em Manaus foi a atual deputada Joana D´Arc (PL), com 3.261 votos. Desta vez, as apostas indicam que haverá vereador eleito com menos de três mil votos. E nenhum campeão de votos destacado, com mais de 15 mil sufrágios.

“O eleitor está arredio, não quer conversa. E tem muita gente enganando os candidatos, trabalhando para vários ao mesmo tempo. Não está fácil”, diz um candidato, que pede anonimato. “Muita gente desempregada nos bairros, muitas famílias passando necessidade. Isso está tornando a campanha muito complicada”, completa.

Em rápida consulta ao site do Tribunal Regional Eleitoral, é fácil perceber que a grande maioria dos candidatos a vereador não recebeu sequer um centavo de fundo eleitoral.

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