Bom sinal: quantidade de óbitos por Covid-19 no Amazonas diminuiu 48%

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A diretora-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, Rosemary Costa Pinto, afirmou que o aumento do número de casos confirmados de Covid-19 no Estado tem relação com a ampliação da rede de diagnóstico da Covid-19 na rede de atenção básica em Manaus e no interior do Amazonas, mas destacou um indicador positivo: a quantidade de óbitos por causa da doença apresentou redução de 48% no Amazonas nas últimas duas semanas de maio. Saiu de 205 para 107.

Essa redução também foi observada em Manaus, acrescentou a diretora. “No mesmo período de maio, a redução de óbitos por Covid-19 na capital foi de 51%, saiu de 131 para 64 óbitos”, disse.

Com o aumento de testes, casos sintomáticos estão sendo rapidamente diagnosticados e isolados, pois os municípios receberam teste rápido da Secretaria de Estado da Saúde (Susam) e muitas prefeituras também adquiriram. “É importante esclarecer que a transmissão nesses pacientes ocorreu há mais de oito dias, sendo possível o diagnóstico com teste rápido”, pontuou.

Para a diretora, outro indicador importante, que está em constante monitoramento é o número de pacientes internados no Amazonas. “No período de 17 a 23 de maio ocorreram 386 internações, já no período de 24 a 30 de maio foram 238 internações, uma redução de 38%”, constatou. A diretora da FVS-AM destacou que o número é ainda maior em Manaus. “A redução na capital é de 52%. Na semana de 17 a 23 de maio foram 181 internações, de 24 a 30 de maio caiu para 87 internações”, completou.

A redução do número de óbitos e internações em pacientes com diagnóstico da Covid-19, associada à diminuição de casos agudos confirmados por meio do exame RT-PCR, bem como a ampliação da capacidade de resposta da rede de assistência de saúde na capital e no interior do Estado, são indicadores que contribuíram para a decisão de flexibilização gradual anunciada pelo Governo do Estado. Os indicadores continuam sendo monitorados pelo Comitê de Crise e vão indicar a possibilidade de avanço em cada ciclo de reabertura de atividades não essenciais.

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