Os principais líderes do PSL, partido do presidenciável Jair Bolsonaro, no Amazonas, estão no Rio de Janeiro para uma reunião com o próprio capitão, na casa dele, sobre os rumos que tomarão no segundo turno da eleição estadual. A tendência por enquanto é de continuarem aliados ao governador Amazonino Mendes (PDT), que já declarou voto ao candidato.
Existe a princípio uma questão legal a resolver. O PSL fez parte da chapa que apoiou o governador no primeiro turno. Pela lógica, deveria continuar no grupo. Mas os bolsonaristas têm alguns senões sobre o tratamento dispensado a eles pela coligação até aqui, que demandam uma negociação.
Outro fator favorável à aliança com Amazonino reside no fato de que o adversário, Wilson Lima (PSC), já optou por se aliar ao capitão PM Alberto Neto (PRB), deputado federal eleito, que é desafeto dos boslonaristas do PSL.
Estão no Rio de Janeiro para a reunião o presidente regional do PSL, tenente coronel reformado da PM/AM, Ubirajara Rosses, o deputado federal eleito Pablo Oliva e o deputado estadual eleito Péricles Nascimento.
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