“Avaliação do Ministério Público fala por si”, diz Josué, sobre correção na gestão

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O presidente da Assembleia Legislativa, Josué Neto (PRTB), ressaltou hoje que o órgão que dirige é o que mais cumpre as exigências legais no combate às irregularidades na gestão pública, segundo levantamento do Ministério Público de Contas (MPC-AM). Foi a propósito de denúncias, segundo ele falsas, contra sua administração. O Parlamento é o 1º lugar no controle sobre o uso de seus recursos e possui classificação “excelente”, sendo uma das poucas instituições que ficou com o conceito elevado no Ranking Geral de Controle Interno de órgãos estaduais do Ministério Público de Contas do Amazonas (MPC-AM), divulgado em janeiro deste ano.

“O Parlamento está à frente até do próprio Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) no ranking no controle e uso de seus recursos” lembrou o presidente. A Assembleia alcançou 1.006 pontos no ranking do MPC, 179 pontos a mais que o Governo do Amazonas e 106 pontos a mais que o TCE. Também ficou com 191 pontos a frente do Tribunal de Justiça (TJAM).

Gestão exemplar

Por sua gestão exemplar e pelo bom uso dos recursos públicos, o presidente Josué Neto foi homenageado, em outubro do ano passado, pelo Tribunal de Contas do Amazonas com a Medalha Colar Mérito de Contas, a mais alta condecoração da Corte de Contas, que é concedida em reconhecimento aos serviços prestados à população através da justa aplicação dos recursos públicos.

O presidente da Casa Legislativa, deputado Josué Neto, atribui o resultado a qualificação e valorização dos servidores, eficiência na administração e aplicação dos recursos e o cumprimento de metas.

O diretor-geral da Assembleia, Wander Motta, explicou que, por determinação do presidente Josué Neto os processos da Assembleia Legislativa passam por dois tipos de controle interno: auditoria e análise da Procuradoria-geral para garantir “a legalidade das atividades do Parlamento”.

“Tem sido a marca da gestão do presidente Josué a correta observância dos processos legais. Nenhum processo dentro da Assembleia Legislativa é referendado sem as análises da Auditoria e/ou Procuradoria-geral. Isso nos dá a segurança de dizer que nossos recursos têm sido aplicados dentro da legalidade”, disse.

 

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