Acusado de homicídio, Givancir volta a comandar os rodoviários e manda parar ônibus de novo em Manaus

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O sindicalista Givancir de Oliveira, que foi preso em fevereiro acusado de matar Bruno Freitas Guimarães e tentar matar Thelssy dos Santos Freitas, em Iranduba, onde mora, reapareceu hoje pressionando os empresários do transporte coletivo, em reunião no Sindicato dos Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetran). Ele mandou novamente os rodoviários pararem as atividades, alegando que o pagamento previsto para hoje atrasou.

Oliveira foi solto em junho, passando a responder o processo em liberdade. Ele havia sido afastado da presidência do Sindicado dos Rodoviários na época, mas agora, na prática, voltou a comandar a entidade. É ele quem está à frente das negociações com os empresários.

Em áudio encaminhado à categoria, ele ameaça decretar greve novamente, mesmo sem comunicar antes ao Tribunal do Trabalho, como manda a lei. A prática é recorrente e costuma gerar o caos em Manaus. O sindicalista diz que os empresários alegam não ter recebido a subvenção da Prefeitura. Por isso não repassaram os salários.

Em alguns pontos da cidade os ônibus já estão parados. “A Prefeitura não pagou, eles não repassaram e estão nos obrigando a fazer greve. Depois os culpados somos nós”, diz ele no áudio.

Em 15 de novembro último o irmão dele, Jaildo Oliveira (PC do B) foi reeleito vereador em Manaus, graças a essa militância da família.

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