A porta da vergonha

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Por Daniel Melo*

A PORTA DA VERGONHA

Começo este texto indagando: liberdade de expressão dá o direito de afrontar princípios religiosos? E o que fez o canal Netflix ao produzir um especial de natal da turma da “ Porta dos fundos”. No episódio, há um Jesus gay e drogado, que namora com o diabo. José, Maria e Deus são retratados em um triangulo amoroso!

O filme- como era de se esperar- causou um reboliço em vários setores da sociedade brasileira. Católicos e evangélicos estão a protestar e propor um boicote á Netflix. O Ministério Púbico já foi acionado sob a premissa de que a Constituição veda  o desrespeito à crenças, seja quais forem.

Eu vejo a atitude do “Porta dos fundos” e da Netflix como um ato não de coragem, mas de covardia. Teriam eles coragem de afrontar Maomé e o islamismo com este mesmo ímpeto? Jamais. Eles só afrontam os cristãos por estes serem pacíficos, não violentos. Contudo ser pacifico não significa tolerar semelhantes abusos. Ser pacifico é também saber se posicionar e exigir o devido respeito!

É bom lembrar que um dos exponentes do “Porta dos fundos”, Gregório Duduvier, é um fanático esquerdista, fã assumido do ex-presidente Lula. Ele segue o mesmo tom de desconstrução da família e dos valores cristãos preconizados pela esquerda. No caso, usam o deboche e um humor totalmente desprovido de graça e repleto de insanidade.

Eu não sou muito favorável a boicotes, mas neste caso os cristãos brasileiros deveriam se voltar contra a Netflix. Não podemos sustentar quem nos afronta. Não podemos pagar para sermos ofendidos por ativistas covardes escondido sob o monto da liberdade de expressão. Vamos reagir! Nós representamos uma grande parcela da população. Não somos mais uma minoria acuada, somos um exercito de milhares.

Avante!

*O autor é pedagogo e pastor da Igreja de Deus Pentecostal do Brasil

 

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