Um grupo majoritário de vereadores da Câmara Municipal de Rio Preto da Eva, que apoiava o prefeito afastado Luiz Ricardo Chagas, está forçando o adiamento da leitura das denúncias apresentadas contra ele no plenário, prevista para a sessão de hoje. Eles teriam sido ameaçados de também responder a inquérito na Polícia Federal se levassem o processo de cassação adiante.
Ontem, o procurador chefe da República no Amazonas, Alexandre Jabur, acolheu denúncia contra o prefeito afastado, por desvio de verbas federais, e a encaminhou ao coordenador cível, para a instauração de inquérito.
A pauta da reunião de hoje da Câmara tem apenas um ítem: as denúncias protocoladas pelo cidadão Rosinei Oliveira Nascimento contra Luiz Ricardo Chagas, por diversas irregularidades cometidas enquanto estava no exercício do mandato.
A Procuradoria do município trabalha com a possibilidade de impetrar mandado de segurança contra a Câmara, se efetivamente os vereadores postergarem o processo.
Na semana passada, a maioria governista teria recebido ameaças no sentido de inclui-los nos inquéritos que correm na Controladoria Geral da União, na Polícia Federal e no Ministério Público. Alguns deles participaram diretamente da gestão de Ricardo, como secretários, e outros indicaram funcionários de confiança.
A população aguarda ansiosa pelo desfecho da situação e promete se manifestar se o adiamento for confirmado.
Veja o documento da PGR:
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