Vivemos em um mundo onde a paciência se faz necessária em nossas atitudes, a ansiedade é uma constante diária, e a luta pela sobrevivência reside em nosso ser. Os romanos já sentenciaram: “Mens sana in corpore sano” (Mente sã em corpo são)… Mas, e a alma? Questionavam os verdadeiros cristãos.
A sociedade se encontra sob o domínio de uma mentalidade focada na materialidade comportamental, onde o “ter” é mais importante que o “ser”. Nessa trajetória, valores como a paciência cultivada por gerações passadas e a humildade para com os mais velhos foram deixados para trás, perdidos na incessante busca por bens materiais. Os princípios religiosos, por sua vez, ficaram fragilizados e esquecidos e o que prevalece são os apelos da carne.
Para a maioria, com algumas exceções, o diploma acadêmico deixou de ser o foco principal. O trabalho e o mercado ganharam maior destaque, impulsionando o surgimento de novas profissões e especialidades. Diante desse cenário, a capacidade de fazer escolhas acertadas e a compreensão do panorama atual convencem o jovem de que a cultura será o diferencial. Sem dúvida, a cultura sempre fez e fará a diferença.
Hoje muitos passaram por esta etapa e todos superaram obstáculos, lutaram com fé e caminham hoje com alegria e prazer. A “vida é curta” sempre disseram nossos avós. Viver com 60, 70,80…. 90… será uma felicidade tão eterna quanto é nossa memória. E o corpo? Este depende de nossas posturas… Não façamos nada sem prazer…tenhamos a capacidade de perdoar e a vontade de unir!
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