Reacende a esperança na política do Amazonas

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Por Marcel Alexandre*

Saúdo a todos com muita alegria e esperança, porque sinto uma atmosfera de milagre. A posse de David Almeida mostra que o inesperado aconteceu. No Livro Sagrado, a Bíblia, vemos que a carta aos Romanos diz que o poder foi constituído por Deus, para o nosso bem ou para nossa disciplina.

Chega, então, ao comando do estado (com todo respeito ao novo governador!), um rapaz, sem nenhuma presunção pessoal, pelos caminhos de um acontecimento que chamo de milagre, e por isso estou muito animado. Parece então que o espírito do tempo, que é dirigido pelo Espírito Santo de Deus, está nos conduzindo a uma nova realidade.

Na posse do nosso novo governador, vimos uma atitude genuinamente humilde e de alguém que entendeu que recebeu de alguém acima do processo natural da lei, mais uma intervenção inesperada divina, considerando que é um cristão confesso e devoto. A minha expectativa vem em harmonia com a Palavra de Deus que diz: "Haverá um justo que governe sobre os homens e que domine no temor de Deus." Eu não acredito que exista ordem na vida sem a bênção e a direção do Criador. E eu penso que esse é o primeiro de um plano natural da gestão pública, pois o maior erro é quando desrespeitamos a força natural que conduz o Universo, pois quando se perde o temor, perde-se a sabedoria, a inteligência, a decência, dando lugar ao escândalo, como aconteceu e que deixou o Amazonas impactado.

Parece que num gesto de compensação divina e das leis normais da vida, vem um cristão confesso, devoto, como um ar de esperança, lembrando a promessa que um justo governará no temor do Senhor. Saúdo, então, o governador David Almeida nessa perspectiva de esperança, e saúdo o Amazonas nessa perspectiva do justo que governa.

O nosso governador começa com um ato de coragem, dando alguns indícios de mudança nesse tempo que para alguns é pouco, mas na verdade é o suficiente diante do milagre que Deus fez.

Peço a Deus, que é o Todo-Poderoso, que o ilumine para que ele veja e cumpra a missão de renovar a esperança.

O Amazonas e Manaus precisam dessa esperança, pois por causa de vaidades políticas houve uma divisão prejudicial à vida do cidadão. Que haja convergência em favor do povo; que estado e município vejam os recursos juntos, sendo administrados na direção de uma cidade melhor, onde andarão de mãos dadas na direção da segurança, saúde, educação, obras do serviço público e reavaliação do que aconteceu com a suspensão dos subsídios, que trouxe dor e prejuízo ao povo.

Agora, porém, temos não somente a esperança, mas a possibilidade real de ter um estado e uma cidade muito melhor.

*O autor é apóstolo do Ministério Internacional da Restauração e vereador em Manaus pelo PMDB

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