Estelita Tapajós – memórias sentimentais

Por Daniel Melo*

1978 – Ano do meu egresso no ginásio Estelita Tapajos, localizado no querido bairro de Educandos. Estelista de vivas memorias que o tem e não consegue apagar. Professores que fizeram parte da minha historia: José Érico, Tereza Tupinambá, o diretor Albefredo Reinaldo Rosseti, o ratinho. Aulas de educação física; onde eu demonstrava toda minha inaptidão para os exercícios comandados pelo professor Prola, grande mestre

Estelita da dona Maria José e de dona Neiva, supervisora e orientadora inesquecíveis. A sempre lotada lanchonete do Portuga e a concorrida quadra de esporte, onde quase  não havia espaço para os ruins-como-eu-de-bola em compensação, nos jogos estudantis, o Estelita possui grandes times de futebol e handebol feminino. Tempos bons!

Estelita dos colegas ginasianos. Maria José Tupinambá, hoje jornalista; o agora medico, Dr. Edward. Os irmãos Isaias e Mariano; o gaiato Jefferson, que a todos colocava apelidos. E o Carlos Cesar, o José Raimundo Andion, nosso Jr? Alunos vindos do Leopoldo Neves e muito inteligentes…

Estelita. Como esquecer do nosso clube evangélico vespertino, onde eu e outros colegas pregávamos a mensagem de Evangelho. Até hoje nos temos frutos deste trabalho. Lembro que ao pedir autorização do então diretor, professor Albefredo, ouvi uma frase desafiadora: “Vou permitir que vocês se reúnam, mas se acontecer algum problema, você é o responsável. Tremi um pouco, mas aceitei o desafio e tudo deu certo.

Estelista de minhas memórias. Ali estudei sete anos ate completar o ensino médio. Ali aprendi, obtive conquistas, fiz amigos e depois voltei para exercer o ministério. Foi mais do que uma escola comum; foi uma escola da vida; uma escola inesquecível!

*O autor é pedagogo e pastor da Igreja de Deus Pentecostal do Brasil

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