Braga descarta nova disputa pelo Governo e diz que ainda é cedo para cobrar algo de Amazonino

Na primeira entrevista que concedeu após a derrota na eleição suplementar para o Governo do Estado, o senador Eduardo Braga (PMDB) evitou críticas ao governador Amazonino Mendes (PDT), afirmando que ainda é cedo para cobrar alguma coisa dele. “O Estado continua em crise, por causa de situações que vêm do governo (José) Melo”, disse ele. O parlamentar descartou disputar o Governo em 2018 e disse que vai tentar construir uma candidatura à reeleição ao Senado.

O senador disse que as definições em torno das chapas que disputarão as eleições do ano que vem só ocorrerão em julho ou agosto do ano que vem e fez um balanço da eleição suplementar, afirmando que não trocou a deputada Conceição Sampaio (PP) pelo ex-deputado Marcelo Ramos (PR). Ele disse que a ex-deputada Rebecca Garcia (PP) foi quem atropelou o processo, ao negociar a formação de uma chapa com o então governador interino David Almeida (PSD), depois de dizer a ele que não seria candidata a nada.

Braba evitou criticar Ramos, que recentemente declarou que se arrependeu de formar chapa com ele. Disse apenas que formou a aliança possível naquele momento.

Apesar de ter se oferecido para ajudar o Estado, Braga disse não ter sido procurado nem por Melo, nem por David, nem por Amazonino.

VONTADE DO POVO

O senador afirmou que continua votando contra a reforma da previdência e se posicionando de acordo com a vontade do povo. Ele também se posicionou novamente contrário á reforma da Previdência.

Sobre a eleição presidencial, ele deixou margem para apoiar uma candidatura mais ao centro, equilibrada, mas afirmou que, numa polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado Jair Bolsonaro, ficaria com o primeiro, por temer que o segundo tomasse medidas radicais, como fechar o Congresso e cercar a liberdade de imprensa.

 

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